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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

OBMEP SEGUNDA FASE

GALERA DA EDÍLSON,

OBMEP, ÀS PORTAS, SÁBADO 13/9 SERÁ A SEGUNDA ETAPA DA OBMEP, ÀS 12H30MIN. OS ALUNOS DEVEM CHEGAR CEDO, MEIA HORA ANTES DO HORÁRIO. BOAS PROVAS.SUCESSO.

A COORDENAÇÃO

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Aviso importante: desfile 5 de setembro

Atenção, Desfile de 5 de setembro

Colegas e alunos,

A concentração para o desfile de 5 de setembro de 2014 será as 6h30 na escola para o um lanche e 7h para começar a organização das alas. Cada professor/a tem uma função determinada em torno das turmas. Não deixem de atuar eficazmente no dia. Agradecemos.



A Coordenação

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Sete de setembro e nossa história

Todos os brasileiros aprendem na escola que d. Pedro I proclamou a Independência nas “margens plácidas” do Ipiranga no dia 7 de setembro de 1822. A data, porém, não foi reconhecida imediatamente como o dia da Independência. Havia outras, mais apropriadas para um Império, principalmente o dia 12 de outubro, data da aclamação do primeiro imperador e também seu aniversário. Até 1826, esta foi mais importante do que a do Grito do Ipiranga. 
Naquele ano, o novo parlamento imperial designou cinco dias de festividade nacional, entre eles, Sete de Setembro e Doze de Outubro, que durante alguns anos foram considerados datas de igual importância.

Como se comemorava então os dias de festejo nacional na Corte, a capital do Império? Havia comemorações oficiais: uma grande parada das Forças Armadas (Exército, milícias e, depois de 1831, Guarda Nacional); um Te Deum (ofício religioso de ação de graças) na capela imperial; um cortejo e beija-mão no Paço da cidade. À noite, os habitantes costumavam iluminar as janelas das suas casas com velas ou lâmpadas de azeite, enquanto o imperador e boa parte da sociedade assistia a um espetáculo de gala em um dos teatros da cidade. O espetáculo sempre começava logo após a chegada do imperador e da imperatriz, saudados pela orquestra ou a companhia que tocava ou cantava o Hino da Independência ou o Hino Nacional, que tinha uma letra diferente da atual e nem sempre cantada nos eventos. Durante a parada e no início do espetáculo, dava-se vivas à Independência e ao monarca e, no teatro, poetas liam sonetos e outros versos comemorativos do dia durante os intervalos.
Estes festejos tinham fins políticos específicos. A parada mostrava o poder do Estado e arregimentava publicamente os cidadãos alistados na Guarda Nacional (composta de homens cuja renda alcançava a mínima requerida pela Constituição para o exercício da cidadania). No Te Deum, dava-se graças ao Todo-pode-roso. No cortejo, o corpo diplomático, as altas autoridades e boa parte da elite cumprimentavam o imperador e, ao beijar-lhe a mão (antigo costume português), mostravam seu respeito e reverência. No teatro, o imperador e a elite aproximavam-se, unidos no patriotismo. Os elogios reiteravam esta interpretação: Pedro I, segundo José Pedro Fernandes, um dos poetas “oficiais” do Primeiro Reinado:
“Fez abrolhar no solo Brasileiro
Todos os dons, os elementos todos
Da glória, do Heroísmo, e da Fortuna”
O aparente consenso em torno das duas datas de festejo nacional foi rompido em 1830 pela atuação dos Moderados e dos Exaltados, os grupos de liberais que contestavam as tendências cada vez mais autoritárias do imperador. Como parte da sua campanha, eles organizaram uma comemoração do Sete de Setembro na Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro, “onde um luzido e numerosíssimo concurso de homens, e senhoras se detiveram desde o anoitecer do dia 7 até a madrugada do dia seguinte”. Ao insistir que Pedro havia meramente seguido os desejos de todos os brasileiros no Grito do Ipiranga, e, portanto, “tornou-se digno de reinar sobre os brasileiros”, a retórica deste festejo oposicionista contestou a interpretação oficial da Independência. Depois da abdicação de d. Pedro I, em 7 de abril de 1831, com os Moderados assolados pela ameaça da violência popular que tomava as ruas do Rio de Janeiro, a Regência – que assumiu o poder em nome de d. Pedro II, então com cinco anos – se esforçou para manter as comemorações sob controle. Limitavam-se os ritos oficiais, e Evaristo da Veiga, o porta-voz dos Moderados, recomendou que “todos os Brasileiros que amam a pátria, sejam quais forem os seus princípios políticos” se abraçassem no Sete de Setembro. Não foi tão fácil manter a ordem, e durante estes anos conturbados as autoridades reclamavam da atuação dos “agitadores” que provocavam violência contra – portugueses ou adversários políticos. A morte de d. Pedro I, em 1834, tirou-o do cenário político e possibilitou seu retorno ao centro das comemorações como o fundador do Império, o príncipe liberal que deu os primeiros passos para a liberdade da nação.
Em 1854, durante o auge do Império, começou a campanha para o monumento a d. PedroI fundido na França e inaugurado com muita pompa no dia 30 de março de 1862, na Praça da Constituição, a estátua equestre comemorava tanto a proclamação da Independência como a Constituição, outorgada pelo imperador em 1824. Liderada por um grupo de homens intimamente associados a d. Pedro II e ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), a campanha fazia parte dos esforços do Instituto no sentido de criar uma história oficial do Império.
Um ano após o começo da campanha da estátua, fundou-se a Sociedade Ipiranga na cidade do Rio de Janeiro para “arrancar da indiferença o aniversário da nossa emancipação política”. Contando com a participação de alguns dos homens envolvidos na campanha do monumento, a nova sociedade convidou os habitantes a restaurar o costume antigo de iluminar janelas e contratou bandas de música para tocar na Praça da Constituição, no lugar onde se erigiria o monumento. Logo surgiram outras sociedades patrióticas que, como a Ipiranga, financiaram fogos de artifício, construíram monumentos efêmeros e, durante alguns anos, libertavam escravos para comemorar o Sete de Setembro. A imprensa concordou que elas transformaram as comemorações. Um jornal descreveu “três noites de iluminação, salvas, girândolas e foguetes a mais não poder, músicas em coretos e pelas ruas, jantares  e  reuniões patrióticas”.  Em 1859, “milhares de cidadãos de todas as classes e posições” levantaram-se cedo “para saudarem o alvorecer do primeiro dia nacional”. Na Praça da Constituição, uma sociedade havia mandado construir um chafariz representando os quatro grandes rios do Brasil (o Amazonas, o Prata, o Tocantins e o São Francisco), que sustentavam um busto de d. Pedro I, rodeado por vinte colunas que representavam as províncias.
Os jornais enfatizavam que nestes festejos “populares” não havia nenhum indício dos “anárquicos exageros de mal-entendido patriotismo”, embora registrassem a prisão de capoeiras durante as comemorações. A libertação de escravos pela Sociedade Ipiranga, realizada pela primeira vez em 1856, foi recebida por alguns como “um pensamento muito nobre”, mas neste mesmo ano corriam boatos “pelas classes ínfimas” que todos os escravos iam “ficar forros nesse dia”. Era perigoso demais ligar o patriotismo à libertação de escravos, e apenas poucos foram alforriados nas comemorações da segunda metade da década. Só na década de 1880, em plena campanha abolicionista, a libertação de escravos se tornaria um ato patriótico comum no Sete de Setembro.
A onda de entusiasmo patriótico diminuiu tão rápido quanto surgiu. “Triste, desanimado, desceu ao abismo do passado o primeiro dia brasileiro” em 1862, ano da inauguração da estátua. D. Pedro II também reparou a “frieza” das comemorações deste ano, “atento o entusiasmo de há poucos anos”. Já na época da Guerra do Paraguai (1864-1870), os “ruidosos festejos” eram considerados uma coisa do passado.
Todavia, a forma das comemorações mantinha-se inalterada, como demonstra uma crônica em quadrinhos de 1883. Acordado de madrugada pelas salvas de artilharia, o caricaturista explicou que não pertencia à alta sociedade e, portanto, não foi ao Paço para assistir ao cortejo. Na Praça da Constituição, viu a estátua equestre de d. Pedro I embandeirada e os dois coretos construídos na forma de castelos. Grupos de “brava gente brasileira” se reuniam na praça, onde um poeta animado recitava versos patrióticos.
Nas décadas de 1870 e 1880, a Sociedade Comemorativa da Independência do Império coordenava esses festejos, pagava as bandas, e organizava uma vigília de 24 horas durante as quais o monumento estava iluminado. Em 1883, “uma formidável massa enchia a praça”, mas Cari von Koseritz, um viajante alemão, “não compreendeu realmente o que toda essa gente fazia ali, pois além da iluminação não havia absolutamente nada a não ser a música”.
Cada vez mais, o monumento tornou-se o símbolo de um regime a ser criticado. As charges publicadas nos jornais ilustrados da capital no dia Sete de Setembro chamavam atenção para as falhas do regime imperial. Mesmo a estátua parecia cansada da retórica oficial das comemorações. Em 1888, segundo Raul Pompéia, houve pouca animação. O “louvável empenho dos festejadores” da Sociedade Comemorativa não inspirou a população; apenas um punhado de “curiosos” se levantou cedo para ver a alvorada no morro de Santo António e poucos foram “suar a canícula no saguão do Paço” para assistir ao cortejo.
À medida que o Império entrava em decadência, também decaía o ritual cívico associado a ele. Já na época da inauguração da estátua equestre, liberais radicais contestavam a história oficial da Independência, que destacava o papel do primeiro imperador. Teófilo Otoni, líder da ala radical do Partido Liberal, publicamente recusou participar da inauguração, pois a estátua representava a Independência como “uma doação do monarca”. Ao contrário disso, Otoni traçou uma história da Independência que passava pela Inconfidência Mineira, o suplício de Tiradentes, e a revolta republicana de Pernambuco em 1817. O imperador meramente respondia ao desejo dos brasileiros pela Independência e, depois, traiu a nação quando fechou a Assembleia Constituinte em 1823. Depois da Guerra do Paraguai, republicanos levaram adiante este argumento. Em vez de conquistar a liberdade no dia Sete de Setembro, lamentou um jornal em 1882, os brasileiros ficaram sob “o odioso poderio da família brangantina” que tramou um bem-sucedido “apartamento de bens” em 1822. Rejeitou, com algum exagero, a “pompa faraônica” do dia Sete e argumentou que uma comemoração digna da Independência seria a construção de escolas, fábricas e museus. Não foi por acaso que, para os republicanos, Tiradentes tornou-se símbolo predileto; em 1890, a Praça da Constituição mudou de nome para homenagear o inconfidente, com alguns dos mais exaltados exigindo a remoção da estátua equestre de d. Pedro.
Nas páginas dos jornais e nas ruas da capital do Império, no dia Sete de Setembro, brasileiros discutiam o significado da Independência. Os festejos tornaram-se um espaço político onde se lutava pelas interpretações do passado para influenciar o rumo futuro do Estado e da nação. Todos (menos os escravos e, em determinadas épocas, os naturais de Portugal) eram brasileiros e comemoravam a Independência, mas ainda se discutia o significado tanto de ser brasileiro como o da própria Independência.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Visualização do Façanha News no mês por países

Estados Unidos
206
Brasil
166
Alemanha
9
Ucrânia
8
Polônia
5
França
2
Bolívia
1
China
1

A função da reunião de pais

reunião de pais e mestres e entrega de notas do segundo bimestre



Segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases-Lei 9.39496) “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana...”.
As escolas brasileiras possuem características similares quando o assunto é reunião de pais, isso por que todas realizam esse procedimento. As reuniões acontecem em geral em determinados períodos do ano, especialmente no fechamento dos bimestres, momento que marca a entrega de notas.

O sistema brasileiro de ensino propõe que um aluno para avançar nas séries de ensino subseqüentes deve obter notas mínimas em todas as disciplinas, desse modo, os principais objetivos das periódicas reuniões é justamente para discutir esse assunto.

Em praticamente todas as reuniões promovidas pelas escolas as realidades são idênticas, até mesmo a estrutura delas são parecidas, os pais dos alunos que obtiveram notas elevadas e que apresentam bom comportamento são parabenizados e os pais daqueles que não atingiram as médias estabelecidas pela escola e que não apresentam comportamento apreciado, são alertados quanto à falta de interesse e disciplina do filho.

A concepção de grande parte dos educadores em momento de reunião de país é de “vingar” do aluno, pois existe a possibilidade de colocar os pais contra os filhos a partir do “arsenal” de informações negativas obtidas no decorrer do bimestre e que nesse momento é emitido para os responsáveis. Esses educadores esperam não uma melhoria e sim uma punição por parte dos pais.

Esse agrupamento escolar não deve ter tal configuração, pois ao invés de promover uma evolução positiva pode dificultar o desenvolvimento do aluno.

A escola deve abrir espaços para solucionar ou pelo menos buscar alternativas para uma melhoria na realidade escolar do aluno, desse modo deve-se estabelecer parcerias entre a escola e os pais, para que haja uma condução positiva dos possíveis problemas, além disso, os professores devem compreender a realidade em que vive determinado educando, para que não venha fazer julgamentos precipitados a respeito do mesmo.

Isso faz parte da realidade de muitas crianças, adolescentes e jovens, quando alguns alunos não apresentam bons resultados escolares são reprimidos ou excluídos como um ser para o qual não há solução, sendo que muitas vezes esse indivíduo é fruto de lar desestruturado, pais separados, quando existe alcoolismo na família, violência, dentre muitas outras mazelas de ordem familiar.

Nesse sentido é que a reunião deve se focalizar, na troca de informações para que a partir desse ponto possa elaborar de forma conjunta uma solução, e que não se resuma somente em períodos de fechamento de notas, mas no decorrer de todo o ano.

Essa perspectiva não é algo que ocorre na totalidade das escolas, ou seja, não é uma regra, porém é a pratica mais difundida no meio escolar, nesse caso o melhor é planejar objetivos e questionamentos direcionados à família e que essa também agregue contribuições, uma vez que a escola não consegue educar sozinha.

A educação deve ser instituída com a participação efetiva de pais e escola. As reuniões devem fazer parte da realidade escolar como algo harmonioso e um centro de soluções para vida escolar dos alunos.

Por Eduardo de Freitas
Equipe Brasil Escola

AS MAIS LINDAS MÚSICAS GOSPEL 3 - Atualizado 2014

terça-feira, 26 de agosto de 2014

SEGUNDA FASE OBMEP 2014

ATENÇÃO ALUNOS E PROFESSORES MATEMÁTICA, A SEGUNDA FASE ESTÁ PERTO!


NOVIDADES

Leia as instruções para a Segunda Fase da 36ª OBM

Segunda Fase dos Níveis 1, 2 e 3 

Classificados

• Estão classificados para participar da segunda fase da OBM todos os alunos que tiverem atingido número de acertos IGUAL ou SUPERIOR à nota mínima de corte, segundo a tabela abaixo:
Níveis de ParticipaçãoMínimo de acertos
Nível 1 (6º e 7º anos)08 acertos
Nível 2 (8º e 9º anos)12 acertos
Nível 3 (Ensino Médio)11 acertos

A classificação deve ser informada pelos professores em cada escola, seguindo a nota de corte acima. 

Recebimento dos materiais 

• O professor responsável em cada escola deverá baixar os arquivos das provas da segunda fase desde a área restrita de colégios cadastrados utilizando o seu login e senha. É de responsabilidade da escola providenciar cópias em quantidade necessária para os inscritos. 

Local 

• A prova é aplicada na própria escola. 

Aplicação da prova 

• As provas devem ser aplicadas pelos colégios participantes no sábado, 6 de setembro (em horário livre). É de responsabilidade da escola, divulgar o dia, local e horário de aplicação da prova para seus alunos com a devida antecedência. 

• Não é permitida a mudança de data. 

• Esta prova compõe-se de duas partes: 

1) Parte A 
2) Parte B 

• As provas dos três níveis têm duração de 4h30min. 

• Ao participar, os alunos se comprometem a não divulgar o conteúdo das questões, assim como as soluções e respostas, por qualquer meio de comunicação visual, escrito ou eletrônico, até a publicação do gabarito oficial no site da OBM. 

• Não é permitido o uso de calculadoras, aparelhos celulares ou quaisquer outros equipamentos eletrônicos, nem consulta a notas ou livros. O estudante poderá usar relógio para controlar o tempo. 

Correção da prova 

• O professor responsável em cada escola deverá fazer a correção das provas segundo o gabarito oficialpublicado no site da OBM a partir do dia 9 de setembro. 

• Após a correção das provas, o professor responsável deve enviar o relatório da Segunda Fase no sistema online, utilizando login (código Inep) e senha. Envie também, via correio postal, a cópia das provas dos alunos com as notas correspondentes para o seu coordenador regional até 20 de setembro de 2014. Observe que seu coordenador regional poderá rever a correção e propor alteração da nota. 

• Feito isto, o professor responsável deve aguardar a publicação da nota de corte para classificação à Terceira Fase. 

• A partir da divulgação da nota de corte, o professor responsável deve enviar pelo sistema online a lista nominal de alunos classificados para a Terceira Fase. Utilize o código Inep e a senha da escola. O período para o envio da lista de alunos classificados é até 6 de outubro. 

Como preparar os alunos 

• A OBM distribui gratuitamente para todas as escolas cadastradas exemplares da Revista EUREKA!, que contém farto material para estudo e pesquisa. É obrigatório reservar pelo menos um exemplar da EUREKA! para a biblioteca da escola para consulta pelos alunos. 

• Recomenda-se estimular os alunos a criarem grupos de estudo ou clubes de resolução de problemas, de preferência acompanhados por professores. Além disso, existe no site um banco de problemas de olimpíadas incluindo a Olimpíada Brasileira de Matemática e diversas Olimpíadas Regionais. Isto constitui a base para uma boa preparação dos alunos para a competição. 

• Estimule seus alunos a participarem do Programa Olímpico de Treinamento Intensivo (Poti). O programa é destinado a alunos matriculados no oitavo e nono anos do ensino fundamental (nível 2) e em qualquer série do ensino médio (nível 3), que tenham interesse em fazer um treinamento intensivo para olimpíadas de matemática no Brasil e internacionais. Acesse as aulas online do Programa. 

• Também existe uma lista (aberta a alunos e professores) para discussão de problemas de olimpíadas. Acesse as instruções para inscrição 

• Verifique a data e horário da aplicação da prova: seus alunos devem estar livres de outras atividades. Divulgue dia, hora e local da prova entre os alunos classificados com a devida antecedência. 

• Guarde sempre uma segunda cópia das provas dos alunos já que este documento pode ser solicitado pela Coordenação Regional ou pela Secretaria da OBM. 

• Mantenha um arquivo completo dos alunos participantes e os resultados obtidos por eles em cada fase da OBM, assim como das diversas comunicações enviadas pela Secretaria da OBM. 

• Não deixe de enviar o relatório de cada fase. Isto é fundamental para a participação dos classificados na fase seguinte. 

• Verifique com antecedência todo o conteúdo do material: é de sua responsabilidade verificar que a prova que os alunos receberão deve estar legível e completa. 

• É importante que os colégios mantenham atualizado o cadastro na Secretaria da OBM. Em caso de qualquer mudança registrada nos dados do colégio ou do professor responsável, não deixe de alterar os dados no sistema online da OBM, para assim garantir o êxito na realização da olimpíada. 


Primeira Fase OBM nível - universitário 

Inscrições dos alunos 

• As inscrições dos alunos interessados devem ser feitas diretamente com o coordenador em cada universidade participante e esta informação não precisa ser repassada para a Secretaria da OBM. Conheça a lista de universidades participantes. 

• O número de participantes é livre. 

• Podem concorrer todos os alunos de graduação em qualquer curso e qualquer período e que não possuam nenhum título universitário. 

Aplicação da prova 

• O coordenador responsável deve baixar as provas desde a área restrita de universidades cadastradas. As provas devem ser aplicadas por cada coordenação no sábado, 6 de setembro (horário livre). Lembre que o não cumprimento da data pode significar grave prejuízo à lisura da competição. Os gabaritos e critérios de correção serão publicados no site da OBM em 9 de setembro. 

• O coordenador responsável deverá fazer a correção e enviar pelo sistema online o relatório devidamente preenchido com o resultado. Feito isto, o coordenador deve aguardar o recebimento de uma nota de corte que determinará a promoção dos alunos à Segunda Fase da OBM-Nível Universitário. 

Como preparar os alunos 

• A OBM distribui gratuitamente para todas as universidades cadastradas exemplares da revista EUREKA!, que contém farto material para estudo e pesquisa. É obrigatório reservar pelo menos um exemplar de cada número da EUREKA! para a Biblioteca para consulta pelos alunos, e avisar os alunos sempre que chegar uma nova remessa da revista. Além disso, existe na nossa home um banco de problemas de Olimpíadas incluindo Olimpíada Brasileira de Matemática e Olimpíadas Internacionais: isto constitui a base para uma boa preparação dos alunos para a competição. 

Organização interna da coordenação 

• Verifique a data e horário da aplicação da prova. 

• Divulgue dia, hora e local da prova entre os alunos com a devida antecedência. 

• Mantenha um arquivo completo dos alunos participantes e os resultados obtidos por eles em cada fase da OBM – Nível Universitário, assim como das diversas comunicações enviadas pela Secretaria da OBM. 

• Não deixe de enviar o relatório para a Secretaria da OBM. Isto é fundamental para a participação dos alunos classificados na fase seguinte. 

• Verifique com antecedência todo o conteúdo do material: é de sua responsabilidade verificar que a prova que os alunos receberão deve estar legível e completa. 

Recebimento dos materiais 

• É importante que as universidades mantenham atualizado o seu cadastro na Secretaria da OBM. Em caso de qualquer mudança registrada nos dados do coordenador responsável não deixe de entrar em contato conosco para assim garantir o êxito na realização da Olimpíada. 

Qualquer esclarecimento adicional referente a OBM entre em contato conosco pelos telefones (21) 2529-5077 ou (21) 2529-5189 fax:(21) 2529-5023 ou via email: cadastro.obm@impa.br 

Secretaria da Olimpíada Brasileira de Matemática