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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Avaliação e Recuperação Paralela

Avaliação e Recuperação Paralela

AVALIAÇÃO

Instrumentos formais compõem a avaliação do desempenho e desenvolvimento dos alunos nesse segmento, em duas etapas distintas: a verificação, composta unicamente por questões discursivas, e a avaliação, um misto entre questões discursivas e objetivas de diferentes formatos (múltipla escolha, relação entre colunas, falso ou verdadeiro, etc.).
Há uma terceira proposta avaliativa intitulada de terceira nota, que consiste em atividades diversificadas e projetos de trabalho que estimulam a potencialização de habilidades e competências, para além dos conteúdos curriculares testados por via dos instrumentos formais.
Em todos os períodos letivos, a escola divulga para os alunos (em contexto de sala de aula) o calendário das semanas de provas e a composição de disciplinas por dia, bem como os conteúdos/habilidades/objetivos a serem explorados disciplinarmente.
Para os alunos que tenham faltado a alguma prova, a Escola propicia a 2ª chamada, aplicada sempre após o término do 1º e 2º períodos e, no caso específico do 3º, na última sexta-feira do ano letivo. As sequências de provas de 2ª chamada (dias e horários) são divulgadas juntamente com o calendário das provas sistemáticas.
Os conteúdos abordados em provas de 2ª chamada correspondem aos cumulativos de cada disciplina por período, assim como ocorre na etapa de Avaliação. A nota alcançada substituirá a que estiver em aberto (Verificação, Avaliação ou somatório de ambas). Ao aluno que faltar  à prova de 2ª chamada, sem justificativa de força maior, será atribuída nota zero na prova da disciplina com nota pendente (Verificação, Avaliação ou somatório de ambas).
No caso das terceiras notas, não há alternativas para reposição de atividades perdidas ou não executadas, a não ser em situações extremas de necessidades médicas comprovadas, a serem administradas caso a caso.
Os alunos são avaliados na escala de 0 a 10 em cada período, atribuindo-se para verificações e avaliações a nota 4,0 e para a terceira nota 2,0. Serão aprovados automaticamente os alunos que, ao final do ano, atingirem pontuação final igual ou superior a 6, sendo os demais submetidos a esquema de recuperação. O resultado final será constituído pela divisão entre a média aritmética alcançada no ano e a nota obtida no processo de recuperação, mantendo-se o critério de aprovação pautado no mínimo de 6,0.
RECUPERAÇÃO PARALELA
No âmbito do Ensino Fundamental II, após as verificações do 1º e 2º períodos, a Escola propicia aulas de recuperação paralela para os alunos que não atingirem pontuação mínima de 60%, de modo a resgatar conteúdos não assimilados e/ou elucidar dúvidas em relação aos focos trabalhados nos momentos avaliativos. Como a recuperação em processo tem em mira a formação continuada e as próximas etapas avaliativas, não se incorre em substituição das notas registradas.
Ao final do 3º período, os alunos que não alcançarem a média para aprovação participam do processo de Recuperação Final, conforme preconizado em lei.

Calendário de Recuperação


Atenção galera, Calendário de recuperação 1º bimestre 2015 vai ser assim: 28/5-Português, 29/5- História e Geografia, 30/5 - Matemática, 1/6 - Ciências e Inglês, 2/6 - OBMEP. Estudem muito. Boas provas e bons reultados.



A Coordenação

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Semana de avaliação, uma breve rflexão sobre o processo em si

      
Para nossa reflexão neste momento da avaliação do 1º bimestre.

Atualmente, muito se tem discutido sobre a avaliação no contexto escolar. Busca-se uma verdadeira definição para o seu significado, justamente porque esse tem sido um dos aspectos mais problemáticos na prática pedagógica.





          Apesar de ser a avaliação uma prática social ampla, pela própria capacidade que o ser humano tem de observar, refletir e julgar, na escola sua dimensão não tem sido muito clara. Ela vem sendo utilizada ao longo das décadas como atribuição de notas, visando a promoção ou reprovação do aluno.
          Sabe-se que a educação é um direito de todos os cidadãos, assegurando-se a igualdade de oportunidades (Constituição Brasileira). Inseridas neste contexto, ao estudarem, as pessoas passam muitas e muitas vezes pela avaliação, cujos aspectos legais norteiam o processo educacional através dos regimentos escolares. Assim, as avaliações são tidas como obrigatórias e, através delas, é expresso o "feedback" pelo qual se define o caminho para atingir os objetivos pessoais e sociais.
          Hoje a avaliação, conforme define Luckesi (1996, p. 33), "é como um julgamento de valor sobre manifestações relevantes da realidade, tendo em vista  uma tomada de decisão". Ou seja, ela implica um juízo valorativo que expressa qualidade do objeto, obrigando, conseqüentemente, a um posicionamento efetivo sobre o mesmo.
          A avaliação no contexto educativo, quer se dirija ao sistema em seu conjunto quer a qualquer de seus componentes, corresponde a uma finalidade que, na maioria das vezes, implica tomar uma série de decisões relativas ao objeto avaliado.
          A finalidade da avaliação é um aspecto crucial, já que determina, em grande parte, o tipo de informações consideradas pertinentes para analisar os critérios tomados como pontos de referência, os instrumentos utilizados no cotidiano da atividade avaliativa.
          Nem sempre o professor tem definido os objetivos que quer alcançar com seus alunos. Nesse sentido, a avaliação muitas vezes tem sido utilizada mais como instrumento de poder nas mãos do professor, do que como feedback para os seus alunos e para o seu
próprio trabalho. Na realidade, é comum ouvir dos professores, os famosos "chavões" sempre indicando o desempenho ruim de alguns alunos, esquecendo-se de que esse desempenho pode estar ligado a outros fatores que não só o contexto escolar.




         
Segundo Sant'Anna (1995, p. 27), "há professores radicais em suas opiniões, só eles sabem, o aluno é imbecil, cuja presença só serve para garantir o miserável salário detentor do poder".
          Nos dias de hoje, sabe-se que o professor tem "fortes concorrentes": a televisão, videocassete, computador, e aquele, em contrapartida, na sala de aula, tem o quadro negro e o giz. Não seria pertinente  pensar na questão da utilização dos recursos no dia-a-dia, explorando mais o que o aluno tem fora, em casa, não só para as suas aulas, mas também para o processo de avaliação? Ezpeleta & Rockwell (1986, p. 25) declaram que "o conhecimento que um professor desenvolve ao trabalhar com um grupo de criança, incorpora necessariamente elementos de outros domínios de sua vida".
          Na realidade, muitos professores fazem uso da avaliação, cobrando conteúdos aprendidos de formas mecânicas, sem muito significado para o aluno. Chegam  até mesmo a utilizar a ameaça, vangloriam-se de reprovar a classe  toda e/ou realizar vingança contra os alunos inquietos, desinteressados, desrespeitosos, levando estes e seus familiares ao desespero.
          Enfatiza Hoffmann (1993) que geralmente os professores se utilizam da avaliação para verificar o rendimento dos alunos, classificando-os como bons, ruins, aprovados e reprovados. Na avaliação com função simplesmente classificatória, todos os instrumentos são utilizados para aprovar ou reprovar o aluno, revelando um lado ruim da escola, a exclusão. Segundo a autora, isso acontece pela falta de compreensão de alguns professores sobre o sentido da avaliação, reflexo de sua história de vida como aluno e professor.
          De acordo com Moretto (1996, p. 1) a avaliação tem sido um processo angustiante para muitos professores que utilizam esse instrumento como recurso de repressão e alunos
que identificam a avaliação como o "momento de acertos de contas", "a hora da verdade", "a hora da tortura".
         
Percebe-se que a avaliação tem sido utilizada de forma equivocada pelos professores. Estes dão sua sentença final de acordo com o desempenho do aluno.
          Luckesi (1996) alerta que a avaliação com função classificatória não auxilia em nada o avanço e o crescimento do aluno e do professor, pois constitui-se num instrumento estático e frenador de todo o processo educativo. Segundo o autor, a avaliação com função diagnóstica, ao contrário da classificatória, constitui-se num momento dialético do processo de avançar no desenvolvimento da ação e do crescimento da autonomia.






          Essa problemática em torno da avaliação ocorre não só na educação infantil, mas no ensino regular, médio e superior. E a exigência de um processo formal de avaliação surge por pressões das famílias.
          Exercendo a função de avaliador, deve-se ter claro o desenvolvimento integral do aluno pois, segundo Jersild (apud Sant"Anna, 1995, p. 24, "a autocompreensão e a auto aceitação do professor constituem o requisito mais importante em todo o esforço destinado a ajudar os alunos a se compreenderem e forjar neles atitudes sadias de auto-aceitação".
          O professor deve ver seu aluno como um ser social e político, construtor do seu próprio conhecimento. Deve percebê-lo como alguém capaz de estabelecer uma relação cognitiva e afetiva com o seu meio, mantendo uma ação interativa capaz de uma transformação libertadora e propiciando uma vivência harmoniosa com a realidade pessoal e social que o envolve. O professor deverá, ainda, ser o "mediador" entre o aluno e o conhecimento, proporcionando-lhe os conhecimentos sistematizados. Assim, nessa visão, o professor deixa de ser considerado "o dono do saber" e o aluno, um mero receptor de informações.
          O ato de avaliar não pode ser entendido como um momento final do processo em que  se verifica o que o aluno alcançou. A questão não está, portanto, em tentar uniformizar o comportamento do aluno, mas em criar condições de aprendizagem que permitam
a ele, qualquer que seja seu nível, evoluir na construção de seu conhecimento.
         
A avaliação tem um significado muito profundo, à medida que oportuniza a todos os envolvidos no processo educativo momentos de reflexão sobre a própria prática. Através dela, direciona o trabalho, privilegiando o aluno como um todo, como um ser social com suas necessidades próprias e também possuidor de experiências que devem ser valorizadas na escola. Devem ser oportunizados aos alunos os conhecimentos historicamente acumulados pela humanidade.
          Nesse sentido, faz-se necessário redimensionar a prática de avaliação no contexto escolar. Então, não só o aluno, mas o professor e todos os envolvidos na prática pedagógica podem, através dela, refletir sobre sua própria evolução na construção do conhecimento.
          O educador deve ter, portanto, um conhecimento mais aprofundado da realidade na qual vai atuar, para que o seu trabalho seja dinâmico, criativo, inovador. Assim, colabora para um sistema de avaliação mais justo que não exclua o aluno do processo de ensino-aprendizagem, mas o inclua como um ser crítico, ativo e participante dos momentos de transformação da sociedade. 






REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Constituição.  Constituição da República Federativa do Brasil: 1988.  São Paulo : Saraiva 1988.
EZPELETA, Justa,  ROCKWELL, Elsie. Pesquisa participante. São Paulo : Cortez, 1986.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação mito & desafio:  uma perspectiva construtiva.  11. ed.  Porto Alegre :  Educação & Realidade, 1993.
LUCKESI, C. C.  Avaliação da aprendizagem escolar. 4. ed.  São Paulo : Cortez, 1996.
MORETTO, Vasco.  Avaliação da aprendizagem: uma relação ética.  In: VI CONGRESSO PEDAGÓGICO DA ANEB. Brasília,
     1996.  ( Palestra).
SANT'ANNA, Ilza Martins.  Por que avaliar? Como Avaliar? critérios e instrumentos.  Petrópolis : Vozes, 1995.

 


Resumo: O presente trabalho faz uma reflexão sobre a avaliação no contexto educacional, caracterizada em sua amplitude, nos aspectos que lhe dão a devida relevância e na ótica dos autores que têm oferecido contribuições.

Abstract: This research is a reflection about the education assessment, with emphasis on its scope, most important issues and the views of authors who seek to offer contributions.

Palavras-Chave: Avaliação; Educação; Professor

Key Words: Assessment; Educational; Teacher
   REGINA CELIA ADAMUZ (*)

                                                       

terça-feira, 19 de maio de 2015

apuraçao de votos





Eleição


 
A História do Grêmio no Brasil
 
 
 
 
A juventude sempre cumpriu – e cumpre – um papel importante na História dos povos. No Brasil, também é assim. Selecionamos alguns momentos importantes em que os estudantes organizados se posicionaram, defendendo os direitos de nossa sociedade, transformando a realidade em que viviam e contribuindo ativamente na construção de um país melhor. E fizeram História.

1710 - Quando mais de mil soldados franceses invadiram o Rio de Janeiro, uma multidão de jovens estudantes de conventos e colégios religiosos enfrentou os invasores, vencendo-os e expulsando-os.
1786 - Doze estudantes brasileiros residentes no exterior fundaram um clube secreto para lutar pela Independência do Brasil. Alguns estudantes desempenharam papel fundamental para o acontecimento da Inconfidência Mineira.
1827 - Foi fundada a primeira faculdade brasileira, a Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Este foi o primeiro passo para o desenvolvimento do movimento estudantil, que logo integrou as campanhas pela Abolição da Escravatura e pela Proclamação da República.
1897 - Estudantes da Faculdade de Direito da Bahia divulgaram, através de um documento escrito, as atrocidades ocorridas em Canudos (BA).
1901 - Fundação da Federação de Estudantes Brasileiros, que iniciou o processo de organização dos estudantes em entidades representativas.
1914 - Estudantes tiveram participação significativa na Campanha Civilista de Rui Barbosa ocorrida em meados do século XX, e na Campanha Nacionalista de Olavo Bilac, promovida durante a 1ª Guerra Mundial.
1932 - A morte de quatro estudantes (MMDC – Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo) inspirou a revolta que eclodiu na insurreição de São Paulo contra o Governo Central (Revolução Constitucionalista).
1937 - Criação da União Nacional dos Estudantes (UNE), a entidade brasileira representativa dos estudantes universitários.
1952 - Primeiro Congresso Interamericano de Estudantes, no qual se organizou a campanha pela criação da Petrobrás – “O Petróleo é Nosso”.
1963/64 - Os estudantes foram responsáveis por um dos mais importantes momentos de agitação cultural da história do país. Era a época do Centro Popular de Cultura (CPC) da UNE, que produziu filmes, peças de teatro, músicas, livros e teve uma influência, que perdura até os dias de hoje, sobre toda uma geração.
1964 - Em 1º de abril, o Golpe Militar derrubou o presidente João Goulart. A partir daí foi instituída a ditadura militar no Brasil, que durou até o ano de 1985. Neste período as eleições eram indiretas, sem participação direta da população no processo de escolha de presidente e outros representantes políticos.

Os estudantes formavam uma resistência contra o regime militar, expressando-se por meio de jornais clandestinos, músicas e manifestações, apesar da intensa repressão.

1968 - Em março, morre o estudante Edson Luís, assassinado por policiais no restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro. No congresso da UNE, em Ibiúna, os estudantes reuniram-se para discutir alternativas à ditadura militar. Houve invasão da polícia, muitos estudantes foram presos, mortos ou desapareceram, evidenciando a repressão e a restrição à liberdade de expressão que eram características desse período. Em junho deste ano ocorre a passeata dos Cem Mil, que reuniu artistas, estudantes, jornalistas e a população em geral, em manifesto contra os abusos dos militares.

Em dezembro, durante o governo do general Arthur da Costa e Silva, foi assinado e decretado o Ato Institucional número 5 (AI-5) que cassou a liberdade individual, acabando com a garantia de Habeas Corpus da população.

1979 - As entidades estudantis começam a ser reativadas. Acontece a primeira eleição por voto direto na história da UNE, quando é eleito o presidente baiano Rui César Costa e Silva.
1984 - “1,2,3,4,5 mil. Queremos eleger o presidente do Brasil!” Diretas Já! – movimento da população, com participação fundamental dos estudantes e dos políticos progressistas, para a volta das eleições diretas para presidente no Brasil. O congresso votou a favor das eleições indiretas e Tancredo Neves foi nomeado presidente para o próximo mandato (a partir de 1985). Ficou decidido que as próximas eleições, em 1989, seriam diretas. Depois de 34 anos de eleições indiretas Fernando Collor de Melo é eleito presidente.
1992 - Acontecem sucessivas manifestações nas ruas contra a corrupção no governo dando início ao movimento de estudantes chamado Caras Pintadas, que resultou no Impeachment do então Presidente da República, F

Parabéns alunos da Edílson por exercer o direito de votar em candidato de sua preferência de forma livre e democrática.
— com Beatriz Oliveira.

Eleição Grêmio 2015


Eleição do Grêmio da escola Edílson Façanha, momento cidadão dos alunos, maneira de escoher seus representes.

Grêmio estudantil é uma organização sem fins lucrativos que representa o interesse dos estudantes e que tem fins cívicos, culturais, educacionais, desportivos e sociais. O grêmio é o órgão máximo de representação dos estudantes da escola. Atuando nele, você defende seus direitos e interesses e aprende ética e cidadania na prática. Ele permite que os alunos discutam, criem e fortaleçam inúmeras possibilidades de ação tanto no próprio ambiente escolar como na comunidade. O Grêmio é também um importante espaço de aprendizagem, cidadania, convivência, responsabilidade e de luta por direitos.

Boa sorte a todas chapas.



                                                            COMISSÃO ELEITORAL



terça-feira, 12 de maio de 2015

Calandário de avaliações 1º bimestre










Galera da Edilson, segue nosso Calendário de Avaliações do 1º bimestre 2015. Estudem, recuperem seus trabalhos, estudem muito boas notas. Lembrem-se do prêmio Aluno Façanha 2015.
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